domingo, 14 de agosto de 2011

Um casal preso na noite de terça-feira em Laguna pode estar envolvido em vários crimes, entre eles assaltos e sequestros.

Um casal preso na noite de terça-feira em Laguna pode estar envolvido em vários crimes, entre eles assaltos e sequestros. 
111110000000.jpgA prisão foi feita em uma operação conjunta entre a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Tubarão, Polícia Militar e Pelotão de Policiamento Tático (PPT) de Laguna e Tubarão. O homem de 28 anos também teria ligações com o grupo dos Gaioleiros, que controla o tráfico no bairro Campestre, e a uma quadrilha que pratica assaltos, sequestros e roubos a caixas eletrônicos. Com eles foram apreendidas armas, entre elas uma metralhadora e objetos de origem suspeita.
“Nós recebemos uma denúncia de que um homem com mandado de prisão em aberto passaria no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) para pegar a namorada e seguir para Laguna. Nós começamos a acompanhar o homem e ficamos de campana quando ele chegou a uma casa na Pontinha das Laranjeiras. Confirmamos que ele estava com o mandado aberto e cercamos a casa. Quando ele percebeu a polícia, tentou fugir, mas não conseguiu. Na casa encontramos o revólver e a metralhadora, além de joias, celulares, diversos aparelhos eletroeletrônicos e dinheiro”, conta o tenente da PM Josias Machado Severino, do PPT de Tubarão. Além disso, foram encontradas notas de real, dólar e moedas argentinas, uruguaias e chilenas.
No veículo que estava no pátio os policiais encontraram uma escopeta calibre 12, um colete balístico e rádios de comunicação que copiavam a frequência da PM de Tubarão. Os dois foram presos e encaminhados ao presídio - ele à Unidade Prisional Avançada (UPA) de Laguna e ela para o Presídio Regional de Tubarão. 

Obra no Mar Grosso no valor de R$ 2 milhões


Começou em julho obra no Mar Grosso no valor de R$ 2 milhões - (25/07/2011)

Começa obra no Mar Grosso no valor de R$ 2 milhões Homens e máquinas na manhã desta segunda-feira deram início a revitalização da orla do Mar Grosso. Antigas lajotas começaram a ser retiradas e os tubos de concretos para a drenagem foram depositados na região do Molhes, trecho iniciado. 
No espaço ganhará vida com a ciclovia, calçadão e paisagismo. Na sexta-feira, dia 22, foi entregue a ordem de serviço. A obra irá custar R$ 2.183.850,69 (dois milhões cento e oitenta e três mil oitocentos e cinqüenta reais e sessenta e nove centavos), com contrapartida de R$ R$ 233.850,69 do Governo Municipal. 
Com prazo estimado de 12 meses para ser concluída. A empresa vencedora da licitação foi a Magapavi.
Imagem do Projeto 
Projeto de revitalização do Mar Grosso


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O MUNDO ,,,,desmoronou

TRÊS DIAS QUE ABALARAM O MUNDO

Domingo, 6 de agosto, Tel Aviv: 350 mil israelenses protestam
Segunda- feira, 7 de agosto, Londres: distúrbios sociais iniciados nos subúrbios pobres transformam-se em explosão viral que envolve milhares de jovens
 8 de agosto, Santiago: 150 mil estudantes vão às ruas em defesa de uma reforma educacional que universalize o ensino público, gratuito, de qualidade

    Uma espiral do privilégio que consolidou duas humanidades socialmente imiscíveis nas últimas décadas. Em quase todos os países, e na maioria das grandes cidades, de um lado, derrama-se a riqueza num grau de ostentação jamais registrado na história; de outro, o bem-estar social e sua contrapartida em subjetividade, dissolvem-se em sucessivas ondas de saque, desregulamentação e delinqüência institucional contra o patrimônio público, os direitos e valores que enlaçam a convivência compartilhada.
No crepúsculo turbulento do ciclo, a ganância em fuga ameaça agora esfarelar os últimos centímetros de chão firme de vidas expostas
Autor
Célvio Brasil Girão

Mais alto do que o de qualquer político." (Charles Chaplin)




"Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o d
"Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político." (Charles Chaplin)
e qualquer político." (Charles Chaplin)

ALPHA FM

ALPHA FM

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ESTRUPO de menina de 8 anos e registrada com celular

Criança testemunha estupro de menina de 8 anos e registra com celular.

Um homem identificado como Francisco de Assis Filho foi preso na noite de ontem terça-feira (09), acusado de estuprar uma menina de oito anos. O crime aconteceu na noite de segunda, no município de Messias Targino, distante 298 quilômetros de Natal. O estupro foi testemunhado por outra criança que brincava próximo ao local, e registrou a cena com um aparelho celular. A informação foi publicada na manhã desta quarta-feira (10), no blog Nosso Paraná RN.

De acordo com o blog, a prisão foi realizada após uma denúncia. A vítima é vizinha do acusado. Ela foi encaminhada ao ITEP/RN de Mossoró para realização de exames.

O blog informou que fato aconteceu por trás do cemitério da cidade e foi descoberto graças à outra criança que brincava com um aparelho celular e registrou a cena.

Após a prisão, o acuado foi apresentado a 7ª DRPC em Patu, onde foi lavrado o flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

INSUCESSO ESCOLAR!

AINDA O INSUCESSO ESCOLAR!


A “NOVELA”DA MATEMÁTICA E DO PORTUGUÊS

Há cerca de 30 anos, mais coisa menos coisa, que andamos nisto: cada vez que há exames no secundário (e nunca se sabe para que servem e para o que contam…), e se conhecem as notas, logo se desencadeia grossa polémica sobre os (fracos) resultados e o pouco que os alunos sabem sobre as ditas matérias.
Daqui se passam a esgrimir argumentos sobre o porquê das coisas e o que se deve fazer. Friso que assim se passa vai para 30 anos!Tem-se ouvido de tudo um pouco: que os exames são fáceis; que os exames são difíceis; que os exames têm erros; que não se pode obrigar os alunos a decorar; que as máquinas de calcular são boas, más e assim, assim; que os programas têm poucos autores contemporâneos, ou renascentistas, ou árcades, quiçá românticos, para já não falar nos realistas; não se liga à poesia; há poesia a mais; os alunos não estão preparados para a poesia; os alunos não gostam das disciplinas; o ensino deve ser lúdico; o aluno deve fazer o seu próprio caminho, segundo as suas faculdades e motivações; o ensino é demasiado formal; que os professores têm que saber motivar os alunos; que reprovar causa danos psicológicos a quem estuda; que têm que se atender às diferenças sociais, que sei eu?! Dava para encher sebentas.
Na sequência têm-se inventado as mais mirabolantes teorias e experiências pedagógicas, menos para resolver o problema do que para iludir as aparências.
Os sucessivos governos têm lidado com a realidade aos ziguezagues e em regime de cata-vento.
Eu, sinceramente, creio que o problema é de simples resolução e não carece de complicadas congeminações multidisciplinares onde entram catervas de pedopsiquiatras, pedagogos, sociólogos, politólogos, psicólogos e outros “ólógos”, já que só descortino quatro razões para haver más notas às citadas disciplinas:

Os alunos não querem estudar;
• Os alunos não têm capacidade para aprender;
• Os professores não sabem ensinar;
• Uma combinação das anteriores.

Ora se os alunos não querem estudar, a solução é simples: chumbam;
Se não têm capacidade para aprender, a solução também é fácil: chumbam – em alternativa mudam de curso ou de vida;
Se os professores não sabem ensinar, têm que ser corridos, isto é, chumbam de outra maneira – para que isto não se dê, têm que ser devidamente seleccionados, preparados e avaliados;
Qualquer combinação das anteriores salta, outrossim, à evidência, que só o chumbo purifica.

Ou seja todo este granizé não tem razão que o justifique, a não ser que não se tenha mais nada para fazer.
Pode, porém, dar-se o caso do Ministério não acertar com regras, matérias e definição de objectivos – que é, aliás, o que tem acontecido, acrescido de mudanças constantes de critérios – nesse caso a coisa é mais complicada, pois tem que se mudar de ministério.
Ora é justamente neste ponto que ainda nenhum governo teve coragem de mexer a sério: o Ministério da Educação foi um dos ministérios mais subvertidos a seguir ao 25 de Abril de 74, e ainda hoje não foi completamente saneado. Fica aqui o alerta para o actual inquilino da 5º de Outubro.
Partindo do princípio que existe um programa adequado e que é cumprido, durante o ano lectivo, os conhecimentos dos alunos devem ser aferidos em competentes exames e testes, cuja bitola de exigência deve ser compatível com o grau de conhecimento que se pretende no escalão seguinte, até se chegar às competências que um novo profissional tem que possuir para poder viver de vida própria.
Neste âmbito optou-se, até hoje, pela manutenção de dois erros colossais, a saber: um facilitismo desmedido e transversal a todo o ensino; um grau de exigência em “paralelepípedo” em vez de “funil Invertido”. Expliquemo-nos, ao contrário do ditado popular “de pequenino é que se torce o pepino”, passou a não se torcer nunca o pepino. Ou seja desde pequenino é só facilidades que, naturalmente, continuam pelos anos fora. Resulta que os jovens não são minimamente preparados, percepcionam uma ideia errada da escola e da vida e como passam de ano sem os conhecimentos básicos, a partir de certa altura não conseguem atinar com nada, somando ondas de frustração gigantescas e entupindo todo o sistema.
O facilitismo vem, então, ao de cima novamente, agora fortemente pressionado pelas promessas de vida fácil, com o fito de se ganhar votos nas eleições. Resulta que inundamos as universidades de analfabetos militantes, que suam as estopinhas para obterem um canudo (e os professores para lhes ensinar algo).
Como todo o mundo deixou de acreditar no sistema de ensino e nos canudos, são as próprias “Ordens”profissionais e as empresas a quererem fazer exames de selecção e estágios de preparação, para eles poderem entrar no mundo real. Uma empresa privada não se pode dar ao luxo de ter incompetentes, senão fecha…
Ou seja, tem sido o próprio sistema político que induz o descalabro. As estatísticas da União Europeia fazem o resto.
Para aguentar o sistema educativo, mente-se continuadamente e despeja-se no dito cujo, euros aos milhões. Agora já não é possível nem esconder a demagogia e os maus resultados, e já não há dinheiro.
Fazer reformas, contudo, vai encontrar oposição feroz, não só de quem se habituou ao facilitismo, como de todas as “estruturas”que se adaptaram a viver, ou a alimentar, este colossal embuste.
Todavia, é bom lembrar, que a situação em que ora estamos teve origens ideológicas: a destruição de uma “ordem” para a imposição de uma outra; a massificação do ensino, que levou ao nivelamento por baixo; a negação das elites – um erro de catastróficas proporções; o nivelamento hierárquico que provocou a falta de autoridade e disciplina; o falso principio de que todos somos iguais, que originou uma confusão de conceitos e posturas; o desregramento criminoso e as teorias idiotas originadas no Maio de 68, em França; a desresponsabilização larvar que resultou de tornar inimputável qualquer comportamento fora da norma (qual norma?), impossibilitando a aplicação de sanções, etc.
Enfim, as asneiras são incontáveis e o desastre é extenso e profundo, e raros são os jovens que chegam ao mercado de trabalho com preparação adequada para enfrentarem a dureza da vida e serem cidadãos de corpo inteiro.

Dou um alvitre, se a nível dos responsáveis, andam agora de mãos na cabeça e sem saberem o que fazer, ponderem o seguinte, até inventarem uma coisa melhor: vão verificar como era no meu tempo da instrução primária e do liceu (e, por favor voltem a chamar liceu às “escolas secundárias”), e implementem. Funcionava tudo.
Funcionava tudo, até, muito bem.

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